Amor na moda

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Parceiros de toda uma vida, Yves Saint Laurent e Pierre Bergé formaram um dos casais mais comentados do mundo da moda. Os dois, que juntos construíram um verdadeiro império, tiveram uma duradoura, porém turbulenta relação, marcada pelo abuso de álcool e drogas por parte do costureiro.

A dupla esteve lado a lado ao longo de 50 anos, escrevendo a intrigante história retratada no documentário L'amour fou, que em português foi traduzido como "O louco amor de Yves Saint Laurent". Desde o momento em que se conheceram, passando pela criação da maison com o nome do estilista até sua morte no ano de 2008, o filme relata, sob a ótica de Bergé, uma vida marcada pelo apreço às obras de arte, pelo convívio com celebridades e por muitos acontecimentos polêmicos.

Trata-se de uma referência indispensável àqueles que buscam compreender melhor a trajetória de um dos maiores criadores do século XX, capaz de traduzir em peças de roupa toda a beleza e poesia que nos circundam, mas que poucos, infelizmente, conseguem enxergam.

Yves Saint Laurent em campanha do perfume Opium, hit da marca que leva seu nome

YSL e Pierre Bergé



















Abaixo, o trailer do filme:

Com ou sem meia?

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Uma das principais dúvidas dos homens é como combinar as peças de roupa de forma a criar um look harmonioso e bonito. Nem sempre isto é uma tarefa fácil, mas quanto mais conhecimento sobre moda e estilo acumularmos, mais descomplicada este tipo de questão nos parecerá.

Naturalmente, aqueles que dominam mais o assunto conseguem ousar mais, criando propostas mais inesperadas e, possivelmente, mais interessantes. Um bom exemplo de atitude fashion é brincar com a questão das meias, que podem ou não estar presentes em uma produção.

Dependendo do caso, é bacana utilizá-las não só para aquecer os pés como também para criar um jogo divertido com as outras peças. Quando vestimos uma meia bacana e ela acaba por aparecer, nem que de forma acidental, deixamos transparecer nossa individualidade a partir dos pequenos, porém preciosos detalhes. Um truque já manjado mas bem eficiente é dobrar a barra da calça para evidenciar o design da peça.

A mesma dica vale para os looks sem meia, que também podem ser usados com shorts e bermudas. Neste caso, as opções de calçados são as mais vastas possíveis, passeando do esportivo ao formal sem deixar a peteca cair. Ao combinarmos tênis e alfaiataria ou sapatos oxford e calça jeans por exemplo, obtemos boas doses de irreverência, pontuadas pela atitude necessária para surpreender e marcar presença.

Seja qual for o seu estilo, opte por afirmá-lo a partir daquilo que combina com você e que lhe cai bem. Nada de ficar copiando o que apareceu em determinada revista ou blog. Além de desnecessário, este comportamento denota tremenda falta de personalidade e ousadia. #fail #not

Meias aparecendo + calça com barra dobrada + sapato estiloso

Sapato social usado sem meia! Notem a tendência do cadarço colorido!

Calça chino com a barra dobrada + tênis = visual irreverente

Por que não deixar à mostra meias estilosas?
Barra dobrada + sandália de couro: produção interessante para o verão
Produção do jeito que os italianos gostam
Todo homem deveria ter um sapato brogue marrom! Chiqueria pura!
Looks sem meia acabam por rejuvenescer o visual
Bota + calça com a barra dobrada + meia preta aparecendo = modernidade e ousadia




















































Meia vermelha aparecendo em look cool

Sapato sem meia usado com shorts

Se for para a meia aparecer, escolha uma modelo diferenciado! Meia branca? NOT 


Educando o olhar a partir das revistas

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Você já parou para refletir acerca do bombardeio de informações a que estamos submetidos diariamente? Com o advento da internet e o consequente aumento na velocidade de circulação de conteúdos, estamos recebendo cada vez mais estímulos. Vindos de diversos núcleos emissores, eles possuem todos um único objetivo: atrair nossa atenção.


Por isso, torna-se fundamental que saibamos filtrar o que de fato vale a pena ser assimilado. Se por um lado uma grande oferta ajuda a tornar nossa visão de mundo mais plural, por outro nos traz a delicada e por vezes difícil tarefa de colocar o foco somente naquilo que nos será útil.




































Grande aliada nesta contínua missão, a revista configura-se como um importante difusor de tendências e comportamentos, ajudando-nos a adquirir conhecimento, a lapidar nosso senso estético e a enriquecer nosso olhar de forma geral. O fato de permitir grande liberdade criativa, tanto do ponto de vista textual quanto do visual a torna fundamental na construção do senso crítico coletivo, na medida em que atua como elemento catalisador de movimentos de vanguarda que mais tarde serão incorporados à cultura de massa.

Pelas páginas das boas publicações, como por exemplo a holandesa Fantastic Man, a inglesa I-D e a francesa L'Officiel Hommes, passam fotógrafos, diretores de arte, jornalistas e diversos outros profissionais cujo trabalho merece ser acompanhado de perto. Não raro considerados os melhores em suas áreas de atuação, esses talentosos criativos estão sempre nos brindando com capas, matérias e editoriais memoráveis, daqueles que marcam época.




































Por esses e outros motivos é que sou um grande defensor das revistas, especialmente as de moda, design, tendências e comportamento. Acredito que elas nos informam de uma maneira mais aprofundada, que ampliam nossa visão de mundo, que nos mostram a vida de uma maneira diferente e inusitada, possibilitando-nos a mágica de sonhar.